segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Vasco admite interesse por Sueliton, mas enfrenta concorrência


Com a renovação do empréstimo de Fagner descartada e com Nei fora dos planos, o Vasco busca novos reforços para a lateral, e um nome cogitado pela diretoria cruz-maltina é o de Sueliton, atualmente no Criciúma. O clube já iniciou os esforços para tentar contratar o atleta, mas sabe que terá de enfrentar concorrência.

Rumores apontam interesse de outros grandes clubes brasileiros que disputam atualmente a Série A do Campeonato Brasileiro, como o Internacional e o Corinthians, fato que pode pesar na decisão do jogador, visto que o Vasco disputará a Série B e não está em nenhuma competição continental.

O zagueiro Rodrigo, que disputou a Série A pelo Goiás, e Cortez, do São Paulo, são outros dois jogadores que despertam o interesse do Gigante da Colina.

Luan vê a Série B como escola e se inspira em Dedé no Vasco


Pensando em trazer o Vasco de volta à Série A do Campeonato Brasileiro, o zagueiro Luan, formado nas categorias de base do clube, acredita que a disputa da segunda divisão vai servir para que os jovens jogadores possam mostrar o seu valor.

Inspirado em Dedé, que despontou no clube carioca na Série B de 2009, Luan quer jogar em alto nível. "Dedé é um grande jogador, ele começou no banco e hoje dispensa comentários. A segunda divisão é um grande campeonato, muito pegado, com viagens longas, mas iremos entrar com muita garra, determinação, mostraremos nosso valor e o valor do Vasco para alcançarmos nosso objetivo", afirmou em entrevista à Super Rádio Brasil.

Outro defensor elogiado pelo jovem foi Rodrigo, ex-Góias, que pode reforçar o Cruzmaltino na próxima temporada. "É um grande jogador. Enfrentei esse ano pela Copa do Brasil, é experiente, rodado, com bastante qualidade. Se vier, vem para nos ajudar, mas deixo isso para a diretoria resolver", disse.

Ainda sobre a parte defensiva, as possíveis saídas de Cris e Renato Silva não assustam. "Se continuarem, vão fazer muito bem à equipe, pela qualidade e experiência que têm, mas se saírem, acho que o Vasco tem jogadores para suprir essas ausências".

Com boas atuações no começo de 2013, Luan teve sua sequência interrompida devido a lesões. Voltou na reta final do Brasileirão e agradou a comissão técnica, estando nos planos de Adilson Batista para 2014. "Venho trabalhando firme, estou buscando meu espaço. Contam comigo, enxergam algo em mim, sei que vou trilhar meu caminho aqui", finalizou.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Vasco acerta a volta de Rodrigo Caetano


O diretor  de futebol Rodrigo Caetano está de volta ao Vasco. O retorno já vinha sendo costurado desde o fim do Campeonato Brasileiro e, agora, tornou-se certo. O dirigente desembarca no Rio nesta quinta-feira (26) para assinar o contrato.


Caetano havia deixado o Vasco em 2011, quando foi para o Fluminense. Pelo clube de São Januário, ajudou a construir o time campeão da Série B, em 2009, e da Copa do Brasil, em 2010.

Mesmo antes de ser anunciado, Rodrigo Caetano teve participação ativa nas contratações de Martín Silva e Eduardo Aranda, primeiros reforços do clube para a próxima temporada.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Pancadaria entre torcidas interrompe Atlético-PR x Vasco em Joinville



A partida entre Atlético-PR x Vasco, jogo decisivo para a luta por vaga à Copa Libertadores e contra o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, foi interrompida nos primeiros instantes do primeiro tempo por conta de pancadaria entre as torcidas. Neste domingo, em Joinville, grupos dos dois times entraram em conflito nas arquibancadas aos 17min da etapa inicial. Depois de cerca de uma hora e dez minutos, a arbitragem decidiu por retomar o jogo.

Torcedores de dois lados correram pelo espaço vazio que havia entre os dois setores e começaram a trocar agressões. Um atleticano caiu desacordado e foi duramente espancado por rivais. Diante da violência nas arquibancadas, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro optou por interromper o jogo quando o placar indicava 1 a 0 a favor dos paranaenses - gol marcado por Paulo Baier em cobrança de falta em que quase houve desvio de Manoel.

Torcedor do Vasco carrega pedaço de pau durante briga contra atleticanos em Joinville Foto: Giuliano Gomes / Gazeta Press 

Não havia policiais dentro da Arena Joinville no momento em que a briga teve início. Somente após alguns minutos que forças de segurança agiram e separaram os torcedores com tiros de borracha. Três torcedores foralm levados ao Hospital São José, sendo que um helicóptero precisou ser acionado para levar um ferido.

"O evento é privado e está sendo feito por empresa privada, contratada pelo Atlético-PR. É uma decisão da Polícia Militar com o Ministério Público. Estamos fazendo nosso trabalho apenas na área externa", disse Adilson Moreira, comandante da PM-SC, explicando a ausência de policiamento.

"Estamos trazendo policiais de toda Joinville para dar continuidade ao jogo, fora os 180 seguranças particulares contratados pelo Atlético-PR. Conversamos com o árbitro e garantimos a segurança", avisou o comandante da PM.

Torcedores de Atlético-PR e Vasco entram em conflito na Arena Joinville; partida foi interrompida pela arbitragem Foto: Giuliano Gomes / Gazeta Press 

"A gente vê coisas tão boçais dentro de um estado de futebol. A gente fala para eles parar e eles não param. Não tem segurança, cara, isso é muito triste. É um jogo importante, o mais importante do ano. Fique triste pela cena que eu vi. Torcedor no chão e não paravam de bater. Acaba com a festa", lamentou o meio-campista atleticano Everton, muito emocionado com a violência, ao Sportv.

O zagueiro Luiz Alberto também se entristeceu com a pancadaria e deu seu relato em meio a lágrimas. "A gente viu o cara desmaiado e eles indo para cima ainda. Pedíamos para eles pararem, pois era um ser humano ali, e eles não paravam. Alguma coisa tem que ser feita", afirmou o atleticano.

Após alguns minutos de briga, o policiamento enfim apareceu para separar os torcedores Foto: Giuliano Gomes / Gazeta Press 

O Atlético-PR manda a partida pela última rodada do Brasileiro em Joinville justamente por conta de uma briga entre torcedores. O conflito ocorreu no clássico com o Coritiba na Vila Capanema, e por conta disso o time rubro-negro precisou jogar a mais de 100 km da capital paranaense.

A arbitragem optou por aguardar para decidir se retomava ou não a partida, o que incomodou Roberto Dinamite, presidente do Vasco. "Eles não estão respeitando o que é mais importante: a vida. Não interessa o rebaixamento, Libertadores, nem nada. Se o jogo continuar, eles têm que ser responsáveis pelo o que acontecer daqui pra frente", disse.  Quase uma hora depois da interrupção, nova briga ocorreu nas arquibancadas, dessa vez entre apenas torcedores atleticanos, mas de menor intensidade.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Presidente da Ferj insinua que apito pode prejudicar Fluminense e Vasco


O presidente da Ferj, Rubens Lopes, que já disse haver ações no futebol brasileiro para prejudicar os clubes do Rio, voltou a insinuar que algo "entre o Céu e a Terra" pode ocorrer na última rodada do Brasileirão e causar o rebaixamento de Vasco e Fluminense.

- Nenhuma hipótese pode ser descartada, e entre o Céu e a Terra tem muito mais coisa do que possamos imaginar - disse Rubinho, que citou como exemplo o pênalti a favor do Criciúma na rodada passada contra o São Paulo, que definiu a queda de, ao menos, um dos dois cariocas:

- Qualquer míope, cego de um olho ou desatento, veria aquele impedimento que a moça (Katiuscia Berger Mendonça) deixou passar. Se seu filho for apitar o jogo ou bandeirar, vai ver o impedimento. Estranhamente é bandeira do Espírito Santo, um cabo eleitoral do presidente da CBF.

Aproveitando o gancho relacionado à Federação capixaba, Rubens Lopes emendou uma crítica ao árbitro escolhido para atuar no São Paulo x Coritiba, que também será decisivo para o futuro de Flu e Vasco.

- Teremos um árbitro que saiu do Rio de Janeiro por não conseguir espaço, chamado Pablo (dos Santos Alves), foi para o Espírito Santo e virou aspirante ao quadro da Fifa. Ele, sendo aspirante, vai apitar um jogo como árbitro titular e o quarto árbitro é um árbitro Fifa (Nota da redação: na verdade, André Luiz Freitas Castro é do quadro especial) - disse o presidente da Ferj, ressaltando o parentesco do juiz com um membro da CBF:

- Esse Pablo é filho de Paulo Jorge Alves, um dos membros da comissão de arbitragem da CBF. Ele vai atuar nesse jogo de vital importância. Entenda como você quiser.

Rubens Lopes ainda adicionou a lista a presença de Sérgio Corrêa e Nilson Monção como delegados do jogo do São Paulo. O primeiro é chefe do departamento de arbitragem da CBF e o segundo é instrutor de árbitros da entidade.

Carlos Alberto comemora: 'Justiça foi feita'


O meia Carlos Alberto foi liberado para voltar ao futebol pela Corte Arbitral do Esporte (CAS), que anulou o doping pelo qual foi denunciado. O jogador, de 29 anos, comemorou a decisão e destacou que a justiça foi feita.

"É difícil descrever o que senti quando recebi o documento do CAS dizendo que a suspensão estava anulada, já que passei esse tempo todo sendo injustiçado. Quem me conhece sabe como sempre me cuidei e nunca iria utilizar qualquer artifício para me beneficiar no futebol. Graças a Deus a justiça foi feita e estou livre para definir meu futuro. Tive minha carreira prejudicada durante esse período suspenso e vou definir com minha advogada (Luciana Lopes) de que forma podemos buscar uma reparação. Foi complicado ser acusado e julgado por algo que não fiz. Mas mantive a convicção de que a verdade viria à tona. Agora vou correr atrás do tempo perdido e quero começar 2014 voando. Em breve, espero poder  anunciar meu futuro clube", declarou o jogador.

Ainda pelo Vasco, o meia foi flagrado no exame antidoping no dia 2 de março de 2013, após a partida contra o Fluminense válida pelas semifinais da Taça Guanabara. Foram encontradas as substâncias probidas Hidroclorotiazida e Carboxi-Tamoxifeno.

Luciana Lopes, advogada do atleta, entrou com recurso no CAS contra a CBF e a Fifa depois que o jogador foi condenado em agosto pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a uma pena que iria até maio do ano que vem. A CBF comunicou que não tinha interesse no processo, já a Fifa entendeu que não houve nenhuma violação por parte do jogador.

Desde 2 de agosto de 2013, quando seu contrato com o Vasco se encerrou, Carlos Alberto está sem clube. O meia chegou a treinar por algum tempo no Bangu e agora realiza exercícios em uma academia para manter a forma


Treino do Vasco é cercado de mistério em São Januário


O treino do Vasco desta quinta-feira foi cercado de mistério, como já é de costume com o técnico Adilson Batista. A imprensa teve acesso a São Januário somente cerca de 30 minutos após o início da atividade. Neste momento, os atletas realizavam apenas um trabalho técnico.

No período em que a imprensa teve acesso ao treino, os atacantes André e Willie, além do volante Sandro Silva, mais uma vez, não participaram das atividades no gramado, dando mostras de que devem ficar fora do decisivo confronto contra o Furacão, no domingo, às 17h, na Arena Joinville.

Na última quarta-feira, Adilson chegou a testar diferentes formações, mas ainda sem confirmar o time. Vale lembrar que o técnico terá dois desfalques: o zagueiro Luan e o volante Guiñazú, suspensos pelo terceiro cartão amarelo.


Botafogo e Vasco jogam sem rivalidade para salvar a temporada


Botafogo e Vasco dependem um do outro, no domingo, para atingirem os respectivos objetivos: volta ao G4, no caso do Alvinegro, e permanência na Primeira Divisão, para o Cruz-Maltino. A questão é simples, já que o Glorioso, na luta por uma vaga na Libertadores, enfrenta o Criciúma, rival do Vasco na briga contra o rebaixamento. Do outro lado, o Gigante da Colina encara o Atlético-PR, que busca uma vaga no principal torneio sul-americano.

Portanto, alvinegros e vascaínos, conhecidos pela boa relação entre as duas torcidas – até mesmo organizadas –, deverão torcer juntos nesta última rodada do Campeonato Brasileiro, independentemente da rivalidade carioca.

Capitão do Botafogo, o goleiro Jefferson prefere não pensar em questão de ajuda ou rivalidade, mas sim em profissionalismo. O camisa 1 alvinegro contou também que nunca costumou torcer contra times do Rio por jogar no Glorioso.

– Nossa rivalidade é dentro de campo. Nunca fui jogador de torcer contra time carioca. Cada um tem seus interesses e objetivos – disse.

O meio-campo Pedro Ken, por sua vez, sabe que a situação do Vasco é ainda mais delicada, mas acredita que tanto o Botafogo como São Paulo, que recebe o Coritiba, têm tudo para vencer os jogos.

– Acho que sim, mas acredito que o São Paulo também fará um jogo duro contra o Coritiba, não vai facilitar. Pelo treinador, pelos jogadores, não tem o perfil de entregar, facilitar. O Botafogo está nessa luta. Eles precisam de nós, e nós, deles – afirmou.

Longe de ser traição, mas domingo, às 17h, alvinegros e vascaínos serão obrigados a dividir a paixão.

TORCIDAS DE VASCO E BOTA SÃO AMIGAS

Infelizmente, em clássicos regionais, brigas entre as torcidas são cenas comuns. No entanto, quando a partida é entre Botafogo e Vasco, isso não acontece.

Tradicionalmente, as torcidas de ambas equipes mantêm um respeito e não entram em conflito, o que fez com que a partida já fosse chamada de clássico da amizade.

Na década de 1980, quando um dos clubes ia disputar um jogo fora do Rio de Janeiro, membros das organizadas de ambos iam juntos nas viagens.

O laço de amizade começou a surgir quando, em meados da década de 1950, Dulce Rosalina assumiu uma das organizadas do Vasco. Entre 1956 e 1959, o time de São Januário ganhou nove vezes, contra apenas três do Botafogo. O hábito de Dulce de oferecer jantares aos líderes das torcidas rivais quando estes saíam do estádio derrotados, fez com que os encontros após os jogos se tornassem rotina e os aproximassem.

HORA DO FOGÃO AJUDAR

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, os vascaínos já tiveram de torcer por uma vitória do Botafogo diante do Coritiba, no estádio do Couto Pereira. Não deu certo, pois o Coxa venceu por 2 a 1.

Durante o duelo do Vasco contra o Náutico, no Maracanã, o placar eletrônico do estádio anunciava os gols da partida. E no gol do Alvinegro os cruz-maltinos vibraram como se fosse do Gigante da Colina.

Naquela rodada, no entanto, a partida do time de São Januário não interferia na situação do Glorioso. Agora a situação é inversa, já que um depende do outro. Se o Bota não vencer o Tigre, só uma goleada do São Paulo sobre o Coritiba salvaria o Vasco, que tem de vencer.

ATLÉTICO-PR TRAZ BOAS LEMBRANÇAS

Para se livrar do rebaixamento, o Vasco precisa derrotar o Atlético-PR na última rodada. E, curiosamente, o Botafogo já encarou o Furacão numa partida derradeira de Brasileiro, em 2004, também brigando para não cair.

Na ocasião, o Glorioso precisava vencer para se livrar de vez da queda. Como empatou em 1 a 1, contou com o 3 a 3 entre Criciúma – que também estava na berlinda – e Coritiba para ficar na elite.

O Vasco já havia feito a parte dele na penúltima rodada, ao vencer o Atlético-PR por 1 a 0 e fugir da degola. Os paranaenses estavam na briga pelo título, conquistado pelo Santos. Se vencesse as duas partidas, seria campeão.


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