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Os fãs do Flamengo na capital federal viveram uma nova experiência enquanto torcedores, ontem, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Pela primeira vez, os rubro-negros não eram maioria absoluta no estádio e tiveram que se esforçar para serem ouvidos. Antes mesmo de os times entrarem em campo, o duelo (sadio) entre as torcidas havia começado.
Quando o telão do estádio exibia gols históricos do time da Gávea — como o de Petkovic contra o próprio Vasco, na final do Campeonato Carioca de 2001 —, os vascaínos prontamente começaram a vaiar. A resposta rubro-negra foi com gritos de "Mengo" do outro lado. Pelo sistema de som, locutores incentivavam as torcidas a se manifestarem e, inicialmente, os vascaínos pareciam mais empolgados. Mesmo em menor número, ensaiaram gritos de "Ah, o Mané é nosso".
A torcida rubro-negra começou a vencer a "batalha" contra os vascaínos quando Paulinho balançou as redes e abriu o placar do jogo. A partir daí, a atuação cruz-maltina desanimou os torcedores, que não tiveram o que festejar e em poucos momentos conseguiram fazer mais barulho que os rubro-negros.
Quando o telão do estádio exibia gols históricos do time da Gávea — como o de Petkovic contra o próprio Vasco, na final do Campeonato Carioca de 2001 —, os vascaínos prontamente começaram a vaiar. A resposta rubro-negra foi com gritos de "Mengo" do outro lado. Pelo sistema de som, locutores incentivavam as torcidas a se manifestarem e, inicialmente, os vascaínos pareciam mais empolgados. Mesmo em menor número, ensaiaram gritos de "Ah, o Mané é nosso".
A torcida rubro-negra começou a vencer a "batalha" contra os vascaínos quando Paulinho balançou as redes e abriu o placar do jogo. A partir daí, a atuação cruz-maltina desanimou os torcedores, que não tiveram o que festejar e em poucos momentos conseguiram fazer mais barulho que os rubro-negros.
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