quinta-feira, 4 de julho de 2013

Carlos Alberto é absolvido mais uma vez e cobra posição sobre renovação


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Novo julgamento, nova vitória. Carlos Alberto deu mais um passo para se livrar do fantasma da acusação de doping, após testar positivo no exame realizado em clássico contra o Fluminense, em março, pelo Campeonato Carioca. O meia-atacante do Vasco foi absolvido na noite desta quinta-feira pelo Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD/RJ) por seis votos a três e agora acumula duas sentenças positivas. Antes, em maio, o jogador havia se livrado de punição em primeira instância, em decisão da sétima comissão disciplinar.

Imediatamente após a sessão, o camisa 10 cruz-maltino cobrou uma posição diretoria sobre a renovação de seu contrato, que se encerra no dia 2 de agosto. Ainda não houve proposta.

- Graças a Deus foi tudo esclarecido novamente. Não tenho mais o que falar sobre questões jurídicas, sobre o processo. Tenho que pensar em jogar e resolver minha situação com o clube. Agora, decidido isso, eu quero uma posição do clube. Porque chega de indefinições. Mereço isso por respeito, por trabalhar o tempo inteiro, sempre me prontificando a treinar, jogar e ajudar a instituição. Por tudo o que aconteceu, mereço uma definição o mais rápido possível - disse.

Carlos Alberto garantiu estar pronto e à disposição do técnico Paulo Autuori para enfrentar o Inter, no reinício do Campeonato Brasileiro, domingo, às 16h, em Caxias do Sul. Nesta manhã, ele treinou novamente como titular, em São Januário, mostrando que deve ser aproveitado.

A maioria dos auditores optou pelo acolhimento da preliminar apresentada pela advogada Luciana Lopes, que presta serviços ao clube carioca. Ela pedia a impugnação do processo contra o jogador por causa de violações na denúncia. A sessão durou pouco mais de uma hora.

Este, entretanto, não será o último round da luta de Carlos Alberto para manter o rumo em sua carreira. Por causa de prováveis novos recursos, o caso ainda deverá ser analisado em esfera nacional, pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). E a última instância é a Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça, para onde Jobson e Dodô foram, por exemplo. A partir desta sexta, a procuradoria do TJD/RJ tem três dias para recorrer, ou não, junto ao STJD.

Os medicamentos (hidroclorotiazida, um diurético que combate a hipertensão arterial, e carboxi-tamoxifeno) que geraram a polêmica são produzidos por uma farmácia de manipulação, e o camisa 10 cruz-maltino estudava denunciar o estabelecimento. Em período semelhante, o meia Deco, do Fluminense, passou pelo mesmo problema, exatamente com as mesmas substâncias.


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